O rit “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, do compositor Dorgival Dantas, que embala de novelas a festas de fundo de quintal, me lembra muito a minha relação com o estado que hoje eu resido. Apesar de gostar muito de onde hoje eu resido ainda me pergunto porque gosto de Alagoas.
Olho com tristeza para o Estado de Alagoas quando volto meus olhares para os vizinhos Pernambuco e Sergipe, Alagoas dentre os estados da federação é um dos mais pobres com os piores níveis sociais. Economicamente anda a passos largos em marcha a ré, o Estado ainda vive a sombra da monocultura da cana-de-açúcar, a capital Maceió só é capital porque é centro político do Estado, com um parque industrial praticamente inexistente e com um comércio que só tem fluxo no inicio e no fim do mês, a cidade só resta suas belezas naturais. Na política a situação é ainda pior, o Estado é dividido em doze famílias que dominam a política local sem muita dificuldade já que a lei da bala impera aqui com mais força que nos estados vizinhos, todavia não vou falar muito, pois da última vez que comentava sobre a situação do estado com um amigo, dois bêbados me ameaçaram dentro do ônibus.
Como diz o antigo adágio: quem desdenha quer comprar. Falo das péssimas condições porque espero ver o Estado livre de Calheiros, Nonos, Collors, Cíceros e Liras, além desses “jornalistas” que povoam a TV local fingindo-se preocupados com os problemas do povo.
Olho com tristeza para o Estado de Alagoas quando volto meus olhares para os vizinhos Pernambuco e Sergipe, Alagoas dentre os estados da federação é um dos mais pobres com os piores níveis sociais. Economicamente anda a passos largos em marcha a ré, o Estado ainda vive a sombra da monocultura da cana-de-açúcar, a capital Maceió só é capital porque é centro político do Estado, com um parque industrial praticamente inexistente e com um comércio que só tem fluxo no inicio e no fim do mês, a cidade só resta suas belezas naturais. Na política a situação é ainda pior, o Estado é dividido em doze famílias que dominam a política local sem muita dificuldade já que a lei da bala impera aqui com mais força que nos estados vizinhos, todavia não vou falar muito, pois da última vez que comentava sobre a situação do estado com um amigo, dois bêbados me ameaçaram dentro do ônibus.
Como diz o antigo adágio: quem desdenha quer comprar. Falo das péssimas condições porque espero ver o Estado livre de Calheiros, Nonos, Collors, Cíceros e Liras, além desses “jornalistas” que povoam a TV local fingindo-se preocupados com os problemas do povo.
Um comentário:
[i]Realmente, quem desdenha quer comprar! Somos marcados por todas as essas desgraças, fazemos parte do topo de todos os indices sociais que indicam miseria e pobreza,mas eu não sei pq todos os não-nativos dessa terra falam tanto e tão mal,mas não conseguem sair daqui! Deve ser culpa nossa, (Alagoanos) que damos o nosso espaço para ser ocupado por Pernabucanos, Sergipanos, e tantos outros Anos... Alagoanos de meu Deus, acordeemmmm... valorizem essa terra,pq os que desdenham já estão comprando e ocupando o nosso espaço, e nós? Deixando !! TE amo Pernambucano...
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