A ausência nos últimos dias certamente não se deveu a falta de acontecimentos importantes a serem comentados, pois no Brasil e no mundo as noticias não param de pipocar. São ditadores travestidos de líderes de esquerda, que defendem grupos guerrilheiros que fingem ser de esquerda, mas não passam traficantes de drogas que alimentam o consumo no mundo todo destruindo famílias e sociedades. No Brasil além da esperança pela queda de Sarney, uma história antiga volta ao cenário nacional, o envolvimento Rede Record, Universal, Edir Macedo e lavagem de dinheiro. São assuntos excelentes para meter o bedelho como de costume, desta forma escolhi realizar uma série de observações e estudos sobre o terceiro caso, lavagem de dinheiro, que vem ganhando espaço na mídia nacional quem sabe para a opinião publica dar um tempo de descanso ao baleado e surrado presidente do senado José Sarney. Sendo assim atendendo ao pedido das duas maiores manipuladoras do país, Globo e Record, vou tratar do caso de cada uma e ainda arrumar tempo para o senhor presidente do Senado José Sarney.
IURD, EDIR MACEDO e GRUPO RECORD
Que as acusações contra a IURD e seus líderes não são novas todos sabemos até porque a rede Record, só sabe dizer que as acusações são antigas e acusar a concorrente de desesperada, mas deixar claro que as acusações do Ministério Público de São Paulo não têm fundamentos isso ela não relata.
A nova briga começou quanto a Justiça abriu uma ação criminal contra Edir Macedo e mais nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus, a pedido do Ministério Público, com a acusação de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha. Segundo a mídia nacional o pedido foi encaminhado na segunda-feira (10) a justiça. Conforme investigações entre os anos de 2001 e 2008 o volume financeiro administrado pela igreja ultrapassou os R$ 8 bilhões. As informações são do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda.
Suspeita-se que essa movimentação financeira serviu para comprar empresas de televisão, rádio, jatinhos e financeiras. De acordo com a Receita Federal, a Universal arrecada R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos.
A divulgação feita de maneira maciça pelos meios de comunicação principalmente o grupo Folha e as Organizações Roberto Marinho, geraram uma nova briga entre os meios de comunicação.
Os recursos da igreja, transportados em jatinhos, foram depositados em contas definidas pelos bispos, especialmente no Banco do Brasil e no Banco Rural, segundo o Ministério Público de São Paulo. As duas empresas que seriam fachadas, Unimetro Empreendimentos S/A e Cremo Empreendimentos S/A, recebiam os depósitos.
A Unimetro recebeu em duas contas no Banco do Brasil e no Banco Rural, entre janeiro de 2004 e dezembro de 2005, R$ 19,2 milhões. A maioria da movimentação foi feita por transferências eletrônicas. No mesmo período, o Cremo recebeu em três contas no Banco do Brasil, Banco Rural e Banco Safra, R$ 52,1 milhões em créditos.
Os recursos eram remetidos, pelas duas empresas, às companhias Investholding Limited e Cableinvest Limited, localizadas nas ilhas Cayman e ilhas do Canal, em paraísos fiscais. Depois, o montante voltava ao Brasil como contratos de empréstimos a laranjas, e segundo a denúncia, eram utilizados para justificar a aquisição empresa e imóveis ligados à Universal.
A Investholding remeteu, em 1992, US$ 6 milhões para o Brasil. Entre 1992 e 1994, a Cableinvest trocou US$ 11,96 milhões por moeda nacional. A denúncia sustenta que todo esse dinheiro tenha como origem os dízimos
A exposição tendenciosa dos fatos pelo jornalismo global despertou a fúria da maior beneficiária dos recursos da IURD, a Record, que tem gasto mais de 15min em seus telejornais para atacar a emissora que mais interferiu e interfere na política nacional.
Não é a primeira vez nos últimos dois anos que a Record começa uma guerra com um meio de comunicação para defender a IURD de acusações por lavagem de dinheiro ou montagem de um conglomerado de empresas, uma das vítimas dos ataques desesperados da IURD fora a jornalista, Elvira Lobato, jornal Folha de São Paulo, que realizou uma reportagem especial sobre a IURD e seus avanços no campo econômico, em dezembro de 2007. A saída da IURD mais uma vez foi a RECORD e os fiéis que saíram em defesa da Igreja com as mesmas desculpas utilizadas no início dos anos 90 e na atual situação preconceito e perseguição religiosa.
Seja na mídia nacional ou entre as correntes evangélicas sejam estas tradicionais, pentecostais ou neopentecostais, a IURD nunca foi bem quista, durante a primeira crise no inicio dos anos 90 entre RECORD E GLOBO, a RECORD recebeu apoio maciço das denominações pentecostais e neopentecostais, muitos dos pastores que em época estavam ocupando os horários noturnos junto a liderança da IURD hoje já não há apóiam mais os motivos são vários, no inicio dos anos 90 a REDE RECORD era uma emissora que aparentemente estava preocupada com a “família”, com uma programação de qualidade, e que apesar de ser sustentada pelos dízimos dos fiéis a emissora era um veículo para o ganho de almas, hoje a emissora possui uma linha de shows da pior qualidade, com um jornalismo que é testa de ferro dos políticos da bancada “evangélica”, que de evangélicos nada lembram. A emissora da Barra Funda mesmo antes de explodir em audiência recebia inserções comerciais do governo federal maiores que o SBT, então segundo colocado em audiência, será que só é a Rede Globo que se beneficia do Governo Federal? Os recursos financeiros que aumentaram a receita da Record mesmo quando esta tinha poucos anunciantes não cairam do céu, porque a IURD paga pelas madrugadas da Record um valor superfaturado que serviria para pagar o horário na madrugada global?
Antes que digam que isso que estou fazendo é perseguição religiosa, deixo claro, sou cristão protestante e luto por um evangelho sério, faço parte de uma denominação que ao final de cada mês aos membros da igreja local é prestado conta, entrada de dízimos e ofertas, e saída com cada uma das despesas deduzidas e as notas fiscais se assim algum dos membros quiser conferir na secretaria, não estou expondo aqui a aberração que é a doutrina da prosperidade, estou aqui deixando claro que o sistema administrativo da IURD com sua falta de transparência só favorecem esse descontrole que na realidade tem sido a galinha de ovos de ouro das empresas de Edir Macedo.
Vale lembrar que uma das acusações que levou o líder “religioso” no início dos anos 90 a cadeia foi o suposto envolvimento deste com o Cartel de Cali, cartel de traficantes da Colômbia. Caio Fábio pastor muito conhecido no Brasil que teve o auge do seu ministério no inicio dos anos 90, em recentes declarações deixou claro que conhece pessoas que podem muito bem depor contra Edir Macedo e provar que este usou dinheiro das drogas para ajudar a organizar a igreja.
São tantas informações que eu mesmo estou desnorteado, mas creio ter deixado claro qual é a real situação da Record, Universal e Edir Macedo.
IURD, EDIR MACEDO e GRUPO RECORD
Que as acusações contra a IURD e seus líderes não são novas todos sabemos até porque a rede Record, só sabe dizer que as acusações são antigas e acusar a concorrente de desesperada, mas deixar claro que as acusações do Ministério Público de São Paulo não têm fundamentos isso ela não relata.
A nova briga começou quanto a Justiça abriu uma ação criminal contra Edir Macedo e mais nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus, a pedido do Ministério Público, com a acusação de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha. Segundo a mídia nacional o pedido foi encaminhado na segunda-feira (10) a justiça. Conforme investigações entre os anos de 2001 e 2008 o volume financeiro administrado pela igreja ultrapassou os R$ 8 bilhões. As informações são do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda.
Suspeita-se que essa movimentação financeira serviu para comprar empresas de televisão, rádio, jatinhos e financeiras. De acordo com a Receita Federal, a Universal arrecada R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos.
A divulgação feita de maneira maciça pelos meios de comunicação principalmente o grupo Folha e as Organizações Roberto Marinho, geraram uma nova briga entre os meios de comunicação.
Os recursos da igreja, transportados em jatinhos, foram depositados em contas definidas pelos bispos, especialmente no Banco do Brasil e no Banco Rural, segundo o Ministério Público de São Paulo. As duas empresas que seriam fachadas, Unimetro Empreendimentos S/A e Cremo Empreendimentos S/A, recebiam os depósitos.
A Unimetro recebeu em duas contas no Banco do Brasil e no Banco Rural, entre janeiro de 2004 e dezembro de 2005, R$ 19,2 milhões. A maioria da movimentação foi feita por transferências eletrônicas. No mesmo período, o Cremo recebeu em três contas no Banco do Brasil, Banco Rural e Banco Safra, R$ 52,1 milhões em créditos.
Os recursos eram remetidos, pelas duas empresas, às companhias Investholding Limited e Cableinvest Limited, localizadas nas ilhas Cayman e ilhas do Canal, em paraísos fiscais. Depois, o montante voltava ao Brasil como contratos de empréstimos a laranjas, e segundo a denúncia, eram utilizados para justificar a aquisição empresa e imóveis ligados à Universal.
A Investholding remeteu, em 1992, US$ 6 milhões para o Brasil. Entre 1992 e 1994, a Cableinvest trocou US$ 11,96 milhões por moeda nacional. A denúncia sustenta que todo esse dinheiro tenha como origem os dízimos
A exposição tendenciosa dos fatos pelo jornalismo global despertou a fúria da maior beneficiária dos recursos da IURD, a Record, que tem gasto mais de 15min em seus telejornais para atacar a emissora que mais interferiu e interfere na política nacional.
Não é a primeira vez nos últimos dois anos que a Record começa uma guerra com um meio de comunicação para defender a IURD de acusações por lavagem de dinheiro ou montagem de um conglomerado de empresas, uma das vítimas dos ataques desesperados da IURD fora a jornalista, Elvira Lobato, jornal Folha de São Paulo, que realizou uma reportagem especial sobre a IURD e seus avanços no campo econômico, em dezembro de 2007. A saída da IURD mais uma vez foi a RECORD e os fiéis que saíram em defesa da Igreja com as mesmas desculpas utilizadas no início dos anos 90 e na atual situação preconceito e perseguição religiosa.
Seja na mídia nacional ou entre as correntes evangélicas sejam estas tradicionais, pentecostais ou neopentecostais, a IURD nunca foi bem quista, durante a primeira crise no inicio dos anos 90 entre RECORD E GLOBO, a RECORD recebeu apoio maciço das denominações pentecostais e neopentecostais, muitos dos pastores que em época estavam ocupando os horários noturnos junto a liderança da IURD hoje já não há apóiam mais os motivos são vários, no inicio dos anos 90 a REDE RECORD era uma emissora que aparentemente estava preocupada com a “família”, com uma programação de qualidade, e que apesar de ser sustentada pelos dízimos dos fiéis a emissora era um veículo para o ganho de almas, hoje a emissora possui uma linha de shows da pior qualidade, com um jornalismo que é testa de ferro dos políticos da bancada “evangélica”, que de evangélicos nada lembram. A emissora da Barra Funda mesmo antes de explodir em audiência recebia inserções comerciais do governo federal maiores que o SBT, então segundo colocado em audiência, será que só é a Rede Globo que se beneficia do Governo Federal? Os recursos financeiros que aumentaram a receita da Record mesmo quando esta tinha poucos anunciantes não cairam do céu, porque a IURD paga pelas madrugadas da Record um valor superfaturado que serviria para pagar o horário na madrugada global?
Antes que digam que isso que estou fazendo é perseguição religiosa, deixo claro, sou cristão protestante e luto por um evangelho sério, faço parte de uma denominação que ao final de cada mês aos membros da igreja local é prestado conta, entrada de dízimos e ofertas, e saída com cada uma das despesas deduzidas e as notas fiscais se assim algum dos membros quiser conferir na secretaria, não estou expondo aqui a aberração que é a doutrina da prosperidade, estou aqui deixando claro que o sistema administrativo da IURD com sua falta de transparência só favorecem esse descontrole que na realidade tem sido a galinha de ovos de ouro das empresas de Edir Macedo.
Vale lembrar que uma das acusações que levou o líder “religioso” no início dos anos 90 a cadeia foi o suposto envolvimento deste com o Cartel de Cali, cartel de traficantes da Colômbia. Caio Fábio pastor muito conhecido no Brasil que teve o auge do seu ministério no inicio dos anos 90, em recentes declarações deixou claro que conhece pessoas que podem muito bem depor contra Edir Macedo e provar que este usou dinheiro das drogas para ajudar a organizar a igreja.
São tantas informações que eu mesmo estou desnorteado, mas creio ter deixado claro qual é a real situação da Record, Universal e Edir Macedo.
Um comentário:
Acho q essa briga vai durar um bom tempo, com os padrinhos q ambas tem.
Postar um comentário