
Sabido por todos, pelo menos assim deveria, o Brasil passa por pleitos eleitorais a cada dois anos, este ano está em disputa o governo municipal. Dependendo da cidade nem parece ser ano eleitoral, já em outras a campanha tem os olhos fixos em 2010 a presidência.
Para as grandes massas, as eleições já foram mais atrativas com os famosos “showmícios”. Hoje, após a lei que proíbe este tipo de evento muitos nem conseguem notar que tiveram inicio a briga pelas cadeiras do poder.
Cidades como a capital alagoana, Maceió, a oposição até faz barulho, mas se conseguir levar para o segundo turno já é uma vitória. O atual prefeito tem o apoio das massas e da elite maceioense. Das massas ele conquistou quando enveredou pela comunicação com programas populares no rádio e na TV. Da elite ele conseguiu com o padrinho político João Lyra. O atual prefeito de Maceió, Cícero Almeida, realizou algumas obras pela cidade, no entanto não o suficiente para quatro anos de mandato, fez mais barulho na inauguração que do que a obra propriamente dita. Mas a para quem vive sob os coqueirais das praias de Maceió, certamente Cícero trabalhou muito bem, deixando a orla impecável.
No Rio de Janeiro e em São Paulo a briga promete. A capital carioca está vendo a consolidação de um poderio que cresce na política, na religião e na mídia, e o bispo-senador Marcelo Crivela é este referencial e merece um olhar mais minucioso. Em São Paulo o maior colégio eleitoral do país os olhares estão na Brasília de 2010. O racha entre PSDB e DEMOCRATAS ajudou a ex-ministra que nos mandou “gozar e sentar” em meio a crise aérea, possui reais condições de conquistar a prefeitura paulistana.
Não importa o local do país, seja Coité do Nóia em Alagoas ou São Paulo, o jogo de interesses particulares e partidários, sempre estarão na grande maioria das vezes ocupando o espaço que seria para os problemas sociais. Obras são realizadas, todavia apenas aquelas que estão visíveis aos nossos olhos, calçadões, pontes, viadutos, mas saneamento básico, por exemplo invisível aos nossos olhos este não tem espaço nos projetos administrativos. De eleição em eleição as promessas continuam e nós continuamos a espera por uma solução. Política no Brasil não passa de um circo e nós somos os palhaços.
Para as grandes massas, as eleições já foram mais atrativas com os famosos “showmícios”. Hoje, após a lei que proíbe este tipo de evento muitos nem conseguem notar que tiveram inicio a briga pelas cadeiras do poder.
Cidades como a capital alagoana, Maceió, a oposição até faz barulho, mas se conseguir levar para o segundo turno já é uma vitória. O atual prefeito tem o apoio das massas e da elite maceioense. Das massas ele conquistou quando enveredou pela comunicação com programas populares no rádio e na TV. Da elite ele conseguiu com o padrinho político João Lyra. O atual prefeito de Maceió, Cícero Almeida, realizou algumas obras pela cidade, no entanto não o suficiente para quatro anos de mandato, fez mais barulho na inauguração que do que a obra propriamente dita. Mas a para quem vive sob os coqueirais das praias de Maceió, certamente Cícero trabalhou muito bem, deixando a orla impecável.
No Rio de Janeiro e em São Paulo a briga promete. A capital carioca está vendo a consolidação de um poderio que cresce na política, na religião e na mídia, e o bispo-senador Marcelo Crivela é este referencial e merece um olhar mais minucioso. Em São Paulo o maior colégio eleitoral do país os olhares estão na Brasília de 2010. O racha entre PSDB e DEMOCRATAS ajudou a ex-ministra que nos mandou “gozar e sentar” em meio a crise aérea, possui reais condições de conquistar a prefeitura paulistana.
Não importa o local do país, seja Coité do Nóia em Alagoas ou São Paulo, o jogo de interesses particulares e partidários, sempre estarão na grande maioria das vezes ocupando o espaço que seria para os problemas sociais. Obras são realizadas, todavia apenas aquelas que estão visíveis aos nossos olhos, calçadões, pontes, viadutos, mas saneamento básico, por exemplo invisível aos nossos olhos este não tem espaço nos projetos administrativos. De eleição em eleição as promessas continuam e nós continuamos a espera por uma solução. Política no Brasil não passa de um circo e nós somos os palhaços.
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