Os dias se passam e nos surpreendemos cada vez mais o quanto o ser humano é sínico e egoísta. São em momentos como estes que pergunto aos humanistas onde está o ser humano naquele ministro do STJ, deputado ou senador?
Para quem vem acompanhando as notícias, certamente se indignou com o ministro do STF (Superior Tribunal Federal), Gilmar Mendes, que defendeu o reajuste salarial dos ministros do STF. A defesa dele é referente a um processo que corre na câmara que defende o reajuste dos salários dos ministros. Hoje um ministro do STJ recebe R$ 24,5 mil com a aprovação da lei eles passaram a receber R$25,7 mil. Não me surpreende apenas o salário, mas a petulância do ministro ao explicar os argumentos ao jornalista da rádio CBN.
O ministro declarou que, “Esperamos que seja votado. Há uma expectativa da magistratura em geral de que haja essa revisão. Se os senhores olharem o grau de responsabilidade que envolve, vamos perceber que essa remuneração está longe de ser uma remuneração excessiva.” Em outros trechos da entrevista ele dizia que o salário é alto se comparado a quem recebe um mínimo e que não deveria ser feita esta comparação.
A declaração do ministro é no mínimo absurda, a responsabilidade de julgar, de realizar intervenções cirúrgicas, ensinar, ou qualquer outro trabalho, foi uma escolha dele, de maneira que assim como todos os outros que enfrentaram vestibular, passaram 4, 5 ou até seis anos dentro de uma universidade, alem de mestrado, doutorado e especializações também tem o mesmo direito que os juristas. Por ventura a trabalho menos rigoroso? Todos os trabalhos requerem daqueles que o escolheram disciplina e responsabilidade. Infelizmente o homem que deveria ser justo, é egoísta o suficiente para achar-se no direito de receber R$25 mil, enquanto muitos vivem com menos de um salário mínimo por mês.
Se cuidar de vidas e educar não é tão importante ou mais que legislar e julgar, muitas vezes em causa própria, certamente as condições subumanas que a nossa população vive é merecida. Com quem devemos comparar o salário do excelentíssimo senhor ministro do STF?! A comparação realmente não pode ser feita com quem recebe o salário mínimo, e sim com quem passa um mês sustentando o lar com mais de três filhos recebendo menos da metade de um salário mínimo.
Para quem vem acompanhando as notícias, certamente se indignou com o ministro do STF (Superior Tribunal Federal), Gilmar Mendes, que defendeu o reajuste salarial dos ministros do STF. A defesa dele é referente a um processo que corre na câmara que defende o reajuste dos salários dos ministros. Hoje um ministro do STJ recebe R$ 24,5 mil com a aprovação da lei eles passaram a receber R$25,7 mil. Não me surpreende apenas o salário, mas a petulância do ministro ao explicar os argumentos ao jornalista da rádio CBN.
O ministro declarou que, “Esperamos que seja votado. Há uma expectativa da magistratura em geral de que haja essa revisão. Se os senhores olharem o grau de responsabilidade que envolve, vamos perceber que essa remuneração está longe de ser uma remuneração excessiva.” Em outros trechos da entrevista ele dizia que o salário é alto se comparado a quem recebe um mínimo e que não deveria ser feita esta comparação.
A declaração do ministro é no mínimo absurda, a responsabilidade de julgar, de realizar intervenções cirúrgicas, ensinar, ou qualquer outro trabalho, foi uma escolha dele, de maneira que assim como todos os outros que enfrentaram vestibular, passaram 4, 5 ou até seis anos dentro de uma universidade, alem de mestrado, doutorado e especializações também tem o mesmo direito que os juristas. Por ventura a trabalho menos rigoroso? Todos os trabalhos requerem daqueles que o escolheram disciplina e responsabilidade. Infelizmente o homem que deveria ser justo, é egoísta o suficiente para achar-se no direito de receber R$25 mil, enquanto muitos vivem com menos de um salário mínimo por mês.
Se cuidar de vidas e educar não é tão importante ou mais que legislar e julgar, muitas vezes em causa própria, certamente as condições subumanas que a nossa população vive é merecida. Com quem devemos comparar o salário do excelentíssimo senhor ministro do STF?! A comparação realmente não pode ser feita com quem recebe o salário mínimo, e sim com quem passa um mês sustentando o lar com mais de três filhos recebendo menos da metade de um salário mínimo.
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