
Estava em julgamento nas últimas semanas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a possibilidade de proibição das candidaturas as eleições municipais de 2008, os políticos que estivessem sofrendo algum tipo de processo na Justiça.
No entanto os ministros do TSE, como era de se esperar deram ganho de causa aos gatunos, por 9 votos a 2, decidindo que mesmo possuindo processos na justiça estes teriam o direito de disputar aos cargos públicos nestas eleições. Além desta decisão arbitrária somos obrigados a escutar do ex-ministro do TSE, Fernando Neves, passar toda a responsabilidade para o eleitor, este acredita que o eleitor tem que dizer não, na hora das urnas aos políticos com um passado sujo.
Parece-nos que o ex-Ministro e os seus colegas da ativa, estão de brincadeira conosco. É no mínimo contraditório a legislação eleitoral no Brasil. A legislação força os candidatos a serem avaliados, de forma a testar se seus conhecimentos educacionais são suficientes para candidatar-se ao cargo público, ao mesmo tempo que permitem ao analfabeto, exercer seu “direito” de cidadão ao votar, sem levar em conta o nível de conhecimento dele, como se no Estado Democrático um fosse menos importante que o outro. É claro e evidente que os critérios são díspares para justificar o mesmo individuo a exercer os dois principais papeis em um Estado Democrático, o de eleitor e candidato.
Os ministros colocam a responsabilidade sobre a população, esquecem eles além de um grande número de analfabetos a população brasileira está repleta de analfabetos funcionais. Foram a estes principalmente que os ministros delegaram a função de separar o joio do trigo. Não é de agora que nossa população padece pela falta de conhecimento e entendimento.
A decisão tomada pelo STE, não passa de uma tentativa hipócrita de fortalecimento do poder democrático. O STE sabe que a decisão que é tomada por estes excluídos de um sistema educacional digno não favorece o estado democrático, mas favorece sim a continuidade do poder nas mãos de políticos que não são dignos dos excrementos que expelem. Infelizmente em vários municípios do país grande parte de seus habitantes passarão mais 4 anos assistindo seus prefeitos e vereadores, a construir piscinas, reformar casas, comprar carros, adquirir imóveis sem dar um prego na barra de sabão.
Os ministros do TSE tiveram a oportunidade de trazer um pouco mais de dignidade a política brasileira, mas lembraram primeiramente que o desvio de verba pública leva a bolsos intermunicipais e de outros poderes do nosso estado “democrático”.
No entanto os ministros do TSE, como era de se esperar deram ganho de causa aos gatunos, por 9 votos a 2, decidindo que mesmo possuindo processos na justiça estes teriam o direito de disputar aos cargos públicos nestas eleições. Além desta decisão arbitrária somos obrigados a escutar do ex-ministro do TSE, Fernando Neves, passar toda a responsabilidade para o eleitor, este acredita que o eleitor tem que dizer não, na hora das urnas aos políticos com um passado sujo.
Parece-nos que o ex-Ministro e os seus colegas da ativa, estão de brincadeira conosco. É no mínimo contraditório a legislação eleitoral no Brasil. A legislação força os candidatos a serem avaliados, de forma a testar se seus conhecimentos educacionais são suficientes para candidatar-se ao cargo público, ao mesmo tempo que permitem ao analfabeto, exercer seu “direito” de cidadão ao votar, sem levar em conta o nível de conhecimento dele, como se no Estado Democrático um fosse menos importante que o outro. É claro e evidente que os critérios são díspares para justificar o mesmo individuo a exercer os dois principais papeis em um Estado Democrático, o de eleitor e candidato.
Os ministros colocam a responsabilidade sobre a população, esquecem eles além de um grande número de analfabetos a população brasileira está repleta de analfabetos funcionais. Foram a estes principalmente que os ministros delegaram a função de separar o joio do trigo. Não é de agora que nossa população padece pela falta de conhecimento e entendimento.
A decisão tomada pelo STE, não passa de uma tentativa hipócrita de fortalecimento do poder democrático. O STE sabe que a decisão que é tomada por estes excluídos de um sistema educacional digno não favorece o estado democrático, mas favorece sim a continuidade do poder nas mãos de políticos que não são dignos dos excrementos que expelem. Infelizmente em vários municípios do país grande parte de seus habitantes passarão mais 4 anos assistindo seus prefeitos e vereadores, a construir piscinas, reformar casas, comprar carros, adquirir imóveis sem dar um prego na barra de sabão.
Os ministros do TSE tiveram a oportunidade de trazer um pouco mais de dignidade a política brasileira, mas lembraram primeiramente que o desvio de verba pública leva a bolsos intermunicipais e de outros poderes do nosso estado “democrático”.
Um comentário:
Paira uma dúvida! Será q o STE são as pessoas mais indicadas em votar a proibição das candidaturas? Pq há muito tempo eles ñ passam confiança pelo menos a mim...
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