Apesar das dificuldades encontradas ao longo do percurso, a Tocha Olímpica finalmente acendeu a Pira Olímpica na cidade de Pequim. Certamente uma das aberturas mais cativantes das últimas Olimpíadas, sabendo explorar não só a tecnologia, mas a disciplina dos orientais.
A abertura das Olimpíadas revelou muito mais da China do que poderíamos pensar ou imaginar, a construção da sua História durante a abertura das Olimpíadas frustrou aqueles, que como eu esperavam ver a maneira utilizada pelos chineses para expressar a Revolução Cultural ou a figura de Mao Tsé-tung. A sabedoria oriental falou mais alto e os chineses prepararam uma abertura despreocupados em fazer propaganda ideológica, ao contrário das potencias olímpicas e econômicas que foram a Pequim, dizendo-se ser propagadores da democracia. A resposta chinesa foi dada com toda sabedoria, competência e silencio.
Enquanto o “mundo” estava voltado para o interior do Ninho do Pássaro, ativistas faziam manifestações preocupados com o que se passa fora do Ninho, dentre as polêmicas que envolvem o Governo de Pequim está à autonomia do Tibete, dentre tantos outros problemas separatistas e de desrespeito a liberdade.
Parece que mesmo depois de anos o “mundo ocidental” continua tentando impor seus costumes e hábitos através do grito a todos aqueles que pensam ou agem de forma diferente. Democracia, se é que ela existe, não vem segundo a imposição de “propagadores da liberdade”, pois tal atitude é contraditória.
Democracia é maravilhosa quando aqueles que a praticam ou a defendem entendem seu valor, o povo chinês ainda não entende, viver na democracia sem entender é viver para fingir uma falsa liberdade e ser escravo de um sistema que oprime com seus modismos tanto quanto qualquer ditadura. Para não se aprisionarem como muitos de nós que pensamos viver em liberdade é melhor que os chineses descubram seus caminhos e resolvam seus problemas sozinhos.
A abertura das Olimpíadas revelou muito mais da China do que poderíamos pensar ou imaginar, a construção da sua História durante a abertura das Olimpíadas frustrou aqueles, que como eu esperavam ver a maneira utilizada pelos chineses para expressar a Revolução Cultural ou a figura de Mao Tsé-tung. A sabedoria oriental falou mais alto e os chineses prepararam uma abertura despreocupados em fazer propaganda ideológica, ao contrário das potencias olímpicas e econômicas que foram a Pequim, dizendo-se ser propagadores da democracia. A resposta chinesa foi dada com toda sabedoria, competência e silencio.
Enquanto o “mundo” estava voltado para o interior do Ninho do Pássaro, ativistas faziam manifestações preocupados com o que se passa fora do Ninho, dentre as polêmicas que envolvem o Governo de Pequim está à autonomia do Tibete, dentre tantos outros problemas separatistas e de desrespeito a liberdade.
Parece que mesmo depois de anos o “mundo ocidental” continua tentando impor seus costumes e hábitos através do grito a todos aqueles que pensam ou agem de forma diferente. Democracia, se é que ela existe, não vem segundo a imposição de “propagadores da liberdade”, pois tal atitude é contraditória.
Democracia é maravilhosa quando aqueles que a praticam ou a defendem entendem seu valor, o povo chinês ainda não entende, viver na democracia sem entender é viver para fingir uma falsa liberdade e ser escravo de um sistema que oprime com seus modismos tanto quanto qualquer ditadura. Para não se aprisionarem como muitos de nós que pensamos viver em liberdade é melhor que os chineses descubram seus caminhos e resolvam seus problemas sozinhos.
Um comentário:
Axo q estão querendo fazer do ninho de pássaro uma casa de joão de barro onde o mais forte pode fechar a porta e ninguém mais sair ou entrar...
Postar um comentário