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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Michael Jackson

Após tanto sensacionalismo por parte da mídia nacional não creio que tenha algo a dizer a respeito de Michael Joseph Jackson, nascido em Gary, 29 de agosto de 1958 e falecido em Los Angeles, 25 de junho de 2009. Todos sabem que ele foi um cantor, compositor, ator, dançarino, publicitário, escritor, produtor, poeta, instrumentista, estilista e empresário dos Estados Unidos.
Certamente depois de tanto falar seria uma perca de tempo minha falar que ele começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de King of Pop ("rei do pop"), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos. Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller. Isso todos sabem e estão cansados de ler.
Na realidade,são poucas e raras as vezes que uso este espaço para falar bem de alguem, visto que minha intenção aqui não é esta, mas após quase duas semanas de noticias descabidas e desnecessárias, ontem, 7 de julho de 2009 ocorreu o funeral de Michael Jackson,vendo a grandeza do evento a unica coisa que me veio a mente foi: Não houve e não haverá outro funeral com o mesmo porte. Quase 2 bilhões de pessoas pararam para assistir o funeral. Parece que por algumas horas o “rei do pop” parou de ser perseguido e ser motivo de chacota da imprensa mundial que amava expor suas fraquezas e as consequências de seus traumas de infância como um meio de alcançar alguns pontos no ibope. Com tamanha repercussão pensei que aquele “show” (tamanho a importância que o evento ganhou) poderia ser mais uma jogada de marketing do gênio Michael Jackson. Para o bem da verdade duas coisas ali poderiam ser, ou o maior funeral da história ou a maior jogada de marketing da história, poderia ele levantar-se e começar a cantar “Thriller”, infelizmente aquele era o maior funeral da história e o injustiçado Michael só recebeu seu devido reconhecimento quando já não poderia mais apreciar a grandeza de sua genial carreira.

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