O sistema educacional de qualquer nação é o passaporte para o futuro promissor que esta pode ter em um cenário internacional. Nações como a Coréia do Sul, saíram do atraso social e econômico que o país vivia após a sua divisão na guerra das Coréias, graças à educação. Educação de qualidade é algo raro no país do presidente semi-analfabeto, no entanto ele foi mais uma “vítima” de governos inconseqüentes, mas como vitima não tem feito nada de diferente para mudar o caos que vive o sistema educacional brasileiro.
Assim como o senhor presidente, aqueles parasitas ao qual elegemos para votar projetos de leis de importância a nação (todos) continuam a preocupar-se com projetos de lei que visão atender uma parcela da sociedade e principalmente a seus interesses futuros de reeleição, com projetos politiqueiros. A última da câmara dos deputados foi a aprovação de um projeto de lei que reserva, para não dizer separa, 50% das vagas das universidades federais brasileiras para estudantes procedentes do ensino público.
Nos últimos anos, o governo e as universidades, vêm estabelecendo políticas afirmativas para o ingresso de estudantes negros, pobres e de instituições públicas, nas universidades publicas brasileiras, no entanto, as medidas tomadas pelo governo não passam de medidas descabidas e emergenciais que em longo prazo não surtirá efeito algum na educação de base. Os nossos governantes vêm tentando disfarçar o sucateamento do ensino público fundamental e médio estabelecendo o sistema de cotas.
Certamente o sistema de cotas como medida emergencial e em curto prazo vai favorecer aqueles que não tiveram uma educação de qualidade, todavia para que este sistema surta os efeitos esperados se faz necessário um investimento maciço nos profissionais de educação e nas instituições de ensino. Quais são os investimentos que os profissionais da educação e as instituições têm recebido? Não espero que me respondam o aumento do piso salarial para R$ 950. Porque eu serei obrigado a ser indelicado e pedir que os senhores deputados e senadores que usurpam dos cofres públicos mais 20 mil reais por mês viverem com R$ 950. As cotas são importantes por um breve período, mas ao mesmo tempo se faz necessário um investimento sério na educação e não colocar míseros 950 reais no bolso dos professores como se estivesse dando doce a uma criança. A medida do congresso nacional faz-me lembrar da deputada alagoana que montou um projeto de lei que forçava as universidades estaduais a separar 50% das vagas para os estudantes do ensino publico, quando no estado de Alagoas não existia Universidade, clara medida populista para angariar votos daqueles que se iludem com a casca do pão, e os investimentos na educação estes estão distantes de acontecer. As provas das universidades não julgam cor ou caráter, mas sim conhecimento. A educação pública brasileira de qualidade está cada vez mais distante, e como um processo revolucionário ela ruirá de baixo para cima.
Assim como o senhor presidente, aqueles parasitas ao qual elegemos para votar projetos de leis de importância a nação (todos) continuam a preocupar-se com projetos de lei que visão atender uma parcela da sociedade e principalmente a seus interesses futuros de reeleição, com projetos politiqueiros. A última da câmara dos deputados foi a aprovação de um projeto de lei que reserva, para não dizer separa, 50% das vagas das universidades federais brasileiras para estudantes procedentes do ensino público.
Nos últimos anos, o governo e as universidades, vêm estabelecendo políticas afirmativas para o ingresso de estudantes negros, pobres e de instituições públicas, nas universidades publicas brasileiras, no entanto, as medidas tomadas pelo governo não passam de medidas descabidas e emergenciais que em longo prazo não surtirá efeito algum na educação de base. Os nossos governantes vêm tentando disfarçar o sucateamento do ensino público fundamental e médio estabelecendo o sistema de cotas.
Certamente o sistema de cotas como medida emergencial e em curto prazo vai favorecer aqueles que não tiveram uma educação de qualidade, todavia para que este sistema surta os efeitos esperados se faz necessário um investimento maciço nos profissionais de educação e nas instituições de ensino. Quais são os investimentos que os profissionais da educação e as instituições têm recebido? Não espero que me respondam o aumento do piso salarial para R$ 950. Porque eu serei obrigado a ser indelicado e pedir que os senhores deputados e senadores que usurpam dos cofres públicos mais 20 mil reais por mês viverem com R$ 950. As cotas são importantes por um breve período, mas ao mesmo tempo se faz necessário um investimento sério na educação e não colocar míseros 950 reais no bolso dos professores como se estivesse dando doce a uma criança. A medida do congresso nacional faz-me lembrar da deputada alagoana que montou um projeto de lei que forçava as universidades estaduais a separar 50% das vagas para os estudantes do ensino publico, quando no estado de Alagoas não existia Universidade, clara medida populista para angariar votos daqueles que se iludem com a casca do pão, e os investimentos na educação estes estão distantes de acontecer. As provas das universidades não julgam cor ou caráter, mas sim conhecimento. A educação pública brasileira de qualidade está cada vez mais distante, e como um processo revolucionário ela ruirá de baixo para cima.
Um comentário:
Estão querendo esconder a real situação da educação brasileira.
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