Fomos todos tele transportados para a China. Pelo menos é o que parece nos telejornais da TV aberta. A impressão que tentam criar para o telespectador é esta, o que acontece de vital importância para você saber, acontece na China.
Levando em conta a influencia que os meios de comunicação têm sobre a população e principalmente sobre as grandes massas, serei solidário, e me alienarei dos sérios problemas sociais, políticos e econômicos que o país vive e vou dedicar o espaço de hoje para falar sobre as Olimpíadas.
Dentre os esportes brasileiros que me chamaram a atenção durante sua preparação para as Olimpíadas de Pequim, o Basquete Brasileiro é uma das “grandes modalidades” mais digna de pena. Todos sabem que fora o futebol não há esporte que tenha espaço na mídia para exibir seus campeonatos regionais ou nacionais. O vôlei que tem espaço cativo para exibir os jogos da Seleção Brasileira, não vai muito além de uma final de campeonato brasileiro. O basquete então digno de pena assim como muitos outros, além dos problemas de desorganização da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) com a ausência de campeonatos nacionais, o basquete nacional sente o peso da desorganização, da ausência de novos talentos e da humildade de “mais experientes”, dificuldades estas presentes na Seleção.
O feminino alvo de criticas de “técnicos” e “especialistas” em sites de relacionamento, faz uma campanha fraca, no entanto o segundo tempo de jogo contra a Austrália mostrou que elas têm totais condições de avançar para a próxima fase e arrumar a casa. Queremos bons resultados e culpamos os atletas que são vitimas de uma CBB desorganizada. Quanto ao masculino, onde “grandes estrelas” que defendem times da NBA (Liga Americana) não fizeram esforços para defender a seleção, paciência. Quem sabe esta olimpíada nos desperte para a realidade do nosso basquete. Sendo assim, até este momento aquelas mulheres que defendem as cores do Brasil são heroínas, devido às circunstancias por ela enfrentadas.
Vamos torcer, mas lembremo-nos que não estamos na China e que a vida continua fora de Pequim.
Levando em conta a influencia que os meios de comunicação têm sobre a população e principalmente sobre as grandes massas, serei solidário, e me alienarei dos sérios problemas sociais, políticos e econômicos que o país vive e vou dedicar o espaço de hoje para falar sobre as Olimpíadas.
Dentre os esportes brasileiros que me chamaram a atenção durante sua preparação para as Olimpíadas de Pequim, o Basquete Brasileiro é uma das “grandes modalidades” mais digna de pena. Todos sabem que fora o futebol não há esporte que tenha espaço na mídia para exibir seus campeonatos regionais ou nacionais. O vôlei que tem espaço cativo para exibir os jogos da Seleção Brasileira, não vai muito além de uma final de campeonato brasileiro. O basquete então digno de pena assim como muitos outros, além dos problemas de desorganização da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) com a ausência de campeonatos nacionais, o basquete nacional sente o peso da desorganização, da ausência de novos talentos e da humildade de “mais experientes”, dificuldades estas presentes na Seleção.
O feminino alvo de criticas de “técnicos” e “especialistas” em sites de relacionamento, faz uma campanha fraca, no entanto o segundo tempo de jogo contra a Austrália mostrou que elas têm totais condições de avançar para a próxima fase e arrumar a casa. Queremos bons resultados e culpamos os atletas que são vitimas de uma CBB desorganizada. Quanto ao masculino, onde “grandes estrelas” que defendem times da NBA (Liga Americana) não fizeram esforços para defender a seleção, paciência. Quem sabe esta olimpíada nos desperte para a realidade do nosso basquete. Sendo assim, até este momento aquelas mulheres que defendem as cores do Brasil são heroínas, devido às circunstancias por ela enfrentadas.
Vamos torcer, mas lembremo-nos que não estamos na China e que a vida continua fora de Pequim.
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