Passamos três anos do governo Lula e suas promessas para a universidade sumiram, da mesma maneira que sumiu a culpa do José Dirceu (para ele) sobre o mensalão. O governo ao invés de investir no ensino público descente para que os alunos possam enfrentar o vestibular nas mesmas condições de alunos do colégio particular, preferiu bolar maneiras mirabolantes para que “todos” tivessem acesso ao ensino superior.
As cotas foram as primeiras, o aluno que se declara negro que estudou no mínimo 3 anos no ensino público pode arrancar uma vaga de um aluno que estudou na escola particular e que conseguiu uma pontuação melhor nas provas. A questão não é ser branco, ou negro, rico ou pobre. Com tais atitudes o governo tira a chance de quem estava preparado, não fortalece o ensino público e leva a universidade um estudante não tão preparado quanto devia. Os cotistas podem até chegar a Universidade, difícil será se manter, eles não são inferiores intelectualmente, mas não tiveram uma base educacional que os ajude a permanecer na universidade, não só isso os gastos são enormes com cópias, livros, trabalhos, o governo esqueceu disto? Na realidade ele não esqueceu, já que pela universidade seu líder nem sonhou em passar.
A outra solução do governo é o PROUNI, no lugar de investir nas universidades, governo investe dinheiro nas faculdades particulares de competência duvidosa. Todas essas atitudes só têm um reflexo, o enfraquecimento das universidades brasileiras. Mas a universidade (professores e alunos) em sua maioria está pagando por pensar que um semi-analfabeto, pode resolver os problemas da educação no país, o sociólogo (FHC) não resolveu quanto mais este que com sua bandeira populistas tenta comprar a população com esmolas, porque seus planos de assistência social não passam de uma maneira de manipular, se o governo investisse realmente na educação e investimentos para gerar emprego, a população não necessitaria dessa esmola que consome os cofres públicos e muitas vezes serve de pano de fundo para a corrupção. Só que a educação faria o povo abrir os olhos e esses “salvadores da pátria” que de dois em dois anos batem em nossas portas, não voltariam a ocupar o cargo que ocupam. A universidade é o que é, porque muitos dos utópicos que ali residem (estudantes e professores) continuam com a esperança fortalecida num barbudo que não é o Papai Noel muito menos Lula, mas tem no vermelho sua cor de ideologia utópica.
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