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sábado, 6 de novembro de 2004

Democracia: vivendo e aprendendo

Vejo hoje, a democracia como algo que deve crescer dentro do país e não algo que venha a ser imposto de dentro para fora, pois a população tem que estar madura o suficiente para reivindicá-la, mesmo que esta população viva em uma das piores ditaduras do mundo, pois ao invés da democracia vir a ajudá-la vai tornar a população refém de demagogos, ladrões, hipócritas; sei que não existe no mundo uma democracia plena na essência da palavra mais há maneiras de melhor guiá-la. Ferir a soberania de um Estado, para impor a democracia é um dos maiores equívocos que alguém pode fazer, ali, esta “democracia”, já nasci com uma população ferida moralmente, como nação, a América Latina tem provado isso em pesquisas, que recentemente mostram que sua população prefere uma ditadura que possa melhorar suas condições de vida do que uma democracia que vive de promessas, a América Latina vive democracias frágeis basta olhar a vizinhança, Bolívia, Venezuela, Paraguai, Peru, Equador, mudam de presidentes como se mudassem de roupa a países desses que em dez anos tivera oito presidentes, é a maior prova que a democracia para a maioria desses países veio prematura, e muitas vezes a democracia brasileira parece ter vindo prematuramente.
Pouco me importa que os venezuelanos vivam em uma democracia, me importa que seu líder tente implantar e financiar ditaduras pela vizinhança como ele tem feito, acolhendo terroristas com a desculpa de uma bandeira, que esses, já jogaram na lata do lixo há muito tempo, os colombianos não passaram pelo período de ditadura que os outros países passaram, a ditadura venezuelana havia acabado há mais de 40 anos, mas as pesquisas citadas anteriormente têm total fundamento na Venezuela. Fidel Castro não me importa desde que ele mantenha o mundinho dele como está longe de qualquer empecilho para outras democracias.

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